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segunda-feira, 6 de maio de 2013
Vitórias do Hospital da Criança
Finalizando seu segundo mês de existência, o Hospital Estadual da Criança, em Vila Valqueire, irá comemorar a realização dos primeiros transplantes de fígado e rim e das primeiras cirurgias oncológicas da unidade, ambos com sucesso, totalizando 130 procedimentos cirúrgicos, como explica a matéria publicada no jornal O Fluminense.
De acordo com a matéria, a direção do Hospital Estadual da Criança informa que a equipe está apta a receber todos os pacientes pediátricos que hoje aguardam para realizar uma cirurgia de urologia no Hospital Federal de Bonsucesso.
- Estamos funcionando a pleno vapor. A nossa meta para o primeiro mês era realizar 35 cirurgias; mas já fizemos 42. No segundo mês, mesmo antes de encerrar o período de 30 dias, já superamos a meta em 28%. Temos o cirurgião infantil Francisco Nicanor comandando essa equipe superespecializada - destacou a diretora Heloísa Aranha.
Para isso, basta que a unidade de origem cadastre o paciente na Central Estadual de Regulação. Além das cirurgias oncológica e de transplante, foram realizadas nestes dois primeiros meses 130 cirurgias - 70 ortopédicas, 51 gerais e uma biópsia - e 297 consultas ambulatoriais. Tudo isso em um ambiente que prioriza o conceito de humanização, decorado de forma lúdica para promover o bem-estar dos pequenos pacientes.
- O mais importante é que hoje o Rio de Janeiro tem uma unidade apta para realizar esse tipo de transplante e não é mais necessária a transferência desses pacientes para outros estados. Não existe a possibilidade dos órgãos serem desperdiçados – explicou o responsável pelo procedimento, o cirurgião José Maria Figueiró, renomado especialista internacional de transplante de rim e pâncreas que agora integra as equipes do Hospital Estadual da Criança e do Centro Estadual de Transplantes.
Quer saber mais? Acesse o link e confira a matéria na íntegra!
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Palestra do Centro de Tratamento de Obesidade nesta segunda!
O Centro de Tratamento de Obesidade do hospital Quinta D’Or organiza mensalmente palestras sobre a conscientização do tratamento e cuidados necessários que o paciente precisa tomar antes, durante e após a cirurgia bariátrica.
Nesta próxima palestra, que acontece segunda, dia 6 de maio, o tema ser discutido será “Anestesia em cirurgia para a obesidade” e contará com a participação da anestesiologista Dra. Angélica de Andrade Costa.
Gostaria de participar?
A reunião acontece no Auditório anexo no Centro de Oncologia do Hospital Quinta D'Or, das 18h às 20 horas.
Você pode se informar também pelos telefones: (21) 3461-3907 ou 3461-3520. Não é necessário se inscrever, basta comparecer ao local!
Nesta próxima palestra, que acontece segunda, dia 6 de maio, o tema ser discutido será “Anestesia em cirurgia para a obesidade” e contará com a participação da anestesiologista Dra. Angélica de Andrade Costa.
Gostaria de participar?
A reunião acontece no Auditório anexo no Centro de Oncologia do Hospital Quinta D'Or, das 18h às 20 horas.
Você pode se informar também pelos telefones: (21) 3461-3907 ou 3461-3520. Não é necessário se inscrever, basta comparecer ao local!
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Hospital da Criança realiza primeiro transplante de rins
Assista a matéria sobre o primeiro transplante de rins realizado pelo Hospital Estadual da Criança, que conta com a coordenação do Instituto D’Or de Gestão de Saúde Pública:
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Gripe e dengue
Muitos pacientes com dengue negligenciam a doença imaginando-se tratar de uma gripe ou resfriado comum, o que pode acarretar em sérios problemas, caso a doença evolua.
Porém, existem diferenças bem perceptíveis entre um caso e outro. “A dengue não possui quadro respiratório e tem sintomas distintos da gripe, que é mais semelhante ao resfriado”, explica a médica infectologista Raquel Muarrek (CRM SP-83161), do Hospital e Maternidade São Luiz, em matéria para o jornal Diário de S. Paulo.
A matéria também traz um infográfico simples indicando quais são os sintomas característicos de cada doença. Confira a tabela e aprenda a distinguir com maior certeza o que é gripe e o que, de fato, é dengue.
Porém, existem diferenças bem perceptíveis entre um caso e outro. “A dengue não possui quadro respiratório e tem sintomas distintos da gripe, que é mais semelhante ao resfriado”, explica a médica infectologista Raquel Muarrek (CRM SP-83161), do Hospital e Maternidade São Luiz, em matéria para o jornal Diário de S. Paulo.
A matéria também traz um infográfico simples indicando quais são os sintomas característicos de cada doença. Confira a tabela e aprenda a distinguir com maior certeza o que é gripe e o que, de fato, é dengue.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Sobre o TOC
O TOC – transtorno obsessivo compulsivo é um assunto muito sério que, infelizmente, pode ser confundido apenas como simples manias.
O psiquiatra Dr. Leonardo Fontenelle (CRM RJ613388), do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, explica melhor sobre este assunto e os diversos tipos de tratamentos utilizados para combater a doença.
Confira o vídeo, que faz parte da série de mini programas veiculados no Discovery Home & Health:
O psiquiatra Dr. Leonardo Fontenelle (CRM RJ613388), do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, explica melhor sobre este assunto e os diversos tipos de tratamentos utilizados para combater a doença.
Confira o vídeo, que faz parte da série de mini programas veiculados no Discovery Home & Health:
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Perguntas e respostas sobre gravidez e gestação
Em matéria para o Portal Terra, a ginecologista Luciana Taliberti, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, respondeu, junto com um time de outros profissionais a dúvidas relacionadas à gravidez.
Confira as respostas dadas pela médica e acesse o link da matéria para ler o texto completo:
É mais provável engravidar se a mulher tem orgasmo?
Luciana - Também não há comprovação científica. Com o homem ejaculando, independente da mulher ter orgasmo ou não, é possível que ela engravide da mesma forma.
Grávidas costumam ter gases? Por quê?
Luciana - Sim, muito. Porque na gravidez o hormônio da progesterona diminui os movimentos peristálticos no intestino, aumentando os gases e a constipação intestinal.
A grávida pode ir ao dentista normalmente?
Luciana - Sim. A grávida pode realizar limpeza e se for necessário tratamento dentário deve usar anestesia, de preferência sem vaso constritor. Se for necessário radiografar, ela deve utilizar avental com proteção de chumbo. É importante saber que na gravidez é comum acontecer sangramento gengival e aumentar a incidência de cáries, porque o bebê acaba “pegando” mais cálcio da mãe.
Sexo durante a gravidez pode incomodar o bebê?
Luciana - Não, ele não incomoda o bebê e não tem contra-indicação, exceto em alguns casos que, por algum motivo, como patologias, que o obstetra orienta a paciente sobre a prática sexual.
Depois que a bolsa estourou quanto tempo demora para o bebê nascer?
Luciana - Até quatro horas depois que a bolsa estourou. Caso o bebê não tenha nascido pode-se realizar antibiótico profilaxia para evitar infecção. A mãe deve ficar atenta à cor do líquido amniótico, pois se tiver esverdeado significa necônio (cocô do recém-nascido e representa sofrimento fetal, devendo-se procurar mais rapidamente o hospital).
Até quantas semanas de gravidez a mulher pode dirigir?
Luciana - Após 34 semanas, não é prudente dirigir, pois pode romper a bolsa e ter contrações doloridas.
Qual é o tempo de recuperação e internação da mãe no caso de um parto natural? E de cesariana?
Luciana - Tanto no parto normal quanto na cesariana, o bebê precisa ficar, no mínimo, 48 horas no hospital. No caso de cesária, geralmente a mãe e bebê ficam 72 horas e no parto normal, geralmente e dependendo dos casos, ambos podem ter alta depois das 48 horas.
Há como prevenir a doença hemolítica perinatal (causada pelo tipo sanguíneo)?
Luciana - Sim, a doença hemolítica é decorrente da mãe Rh – e o bebe, Rh +. Durante a gravidez, não se sabe o sangue do bebê, então leva-se em consideração a tipagem sanguínea do marido. Caso o marido seja positivo e a gestante apresentar sangramento durante a gravidez, ela deverá ser vacinada. Caso ocorra algum abortamento também é necessário a vacina. Em alguns casos a vacinação é realizada com 26 semanas de gestação. Quando o bebe nascer e for realizada a tipagem sanguínea, há necessidade de vacina apenas caso ele seja Rh +.
Confira as respostas dadas pela médica e acesse o link da matéria para ler o texto completo:
É mais provável engravidar se a mulher tem orgasmo?
Luciana - Também não há comprovação científica. Com o homem ejaculando, independente da mulher ter orgasmo ou não, é possível que ela engravide da mesma forma.
Grávidas costumam ter gases? Por quê?
Luciana - Sim, muito. Porque na gravidez o hormônio da progesterona diminui os movimentos peristálticos no intestino, aumentando os gases e a constipação intestinal.
A grávida pode ir ao dentista normalmente?
Luciana - Sim. A grávida pode realizar limpeza e se for necessário tratamento dentário deve usar anestesia, de preferência sem vaso constritor. Se for necessário radiografar, ela deve utilizar avental com proteção de chumbo. É importante saber que na gravidez é comum acontecer sangramento gengival e aumentar a incidência de cáries, porque o bebê acaba “pegando” mais cálcio da mãe.
Sexo durante a gravidez pode incomodar o bebê?
Luciana - Não, ele não incomoda o bebê e não tem contra-indicação, exceto em alguns casos que, por algum motivo, como patologias, que o obstetra orienta a paciente sobre a prática sexual.
Depois que a bolsa estourou quanto tempo demora para o bebê nascer?
Luciana - Até quatro horas depois que a bolsa estourou. Caso o bebê não tenha nascido pode-se realizar antibiótico profilaxia para evitar infecção. A mãe deve ficar atenta à cor do líquido amniótico, pois se tiver esverdeado significa necônio (cocô do recém-nascido e representa sofrimento fetal, devendo-se procurar mais rapidamente o hospital).
Até quantas semanas de gravidez a mulher pode dirigir?
Luciana - Após 34 semanas, não é prudente dirigir, pois pode romper a bolsa e ter contrações doloridas.
Qual é o tempo de recuperação e internação da mãe no caso de um parto natural? E de cesariana?
Luciana - Tanto no parto normal quanto na cesariana, o bebê precisa ficar, no mínimo, 48 horas no hospital. No caso de cesária, geralmente a mãe e bebê ficam 72 horas e no parto normal, geralmente e dependendo dos casos, ambos podem ter alta depois das 48 horas.
Há como prevenir a doença hemolítica perinatal (causada pelo tipo sanguíneo)?
Luciana - Sim, a doença hemolítica é decorrente da mãe Rh – e o bebe, Rh +. Durante a gravidez, não se sabe o sangue do bebê, então leva-se em consideração a tipagem sanguínea do marido. Caso o marido seja positivo e a gestante apresentar sangramento durante a gravidez, ela deverá ser vacinada. Caso ocorra algum abortamento também é necessário a vacina. Em alguns casos a vacinação é realizada com 26 semanas de gestação. Quando o bebe nascer e for realizada a tipagem sanguínea, há necessidade de vacina apenas caso ele seja Rh +.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Exercitar a mente no combate ao Alzheimer
Em uma matéria para a Revista Corpo a Corpo sobre doenças hereditárias e como hábitos do dia a dia ajudam a evitá-las, o médico neurologista André Lima (CRM 5277726-9), do Hospital Barra D’Or, participou do espaço dedicado ao mal de Alzheimer, que afeta o sistema neurológico e apresenta um forte componente genético.
Seus primeiros sinais ocorrem por volta dos 60 anos e são caracterizados por alteração cognitiva, diminuição da memória, dificuldade em se expressar, esquecimento, apatia, depressão e perda da capacidade de realizar tarefas do dia a dia.
Segundo o médico, “Malhar a mente é a melhor saída. É preciso ler, manter-se ativo às tarefas do dia a dia, viajar, tocar instrumentos e praticar atividades físicas. Pesquisas mostram que quem se exercita tem uma chance quatro vezes menor de desenvolver Alzheimer”, explica. Outras dicas dadas pelo médico é o controle do tabagismo, hipertensão e o diabetes como formas de reduzir a incidência do problema.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Hospital da Criança inaugura seu setor de transplantes
O Hospital Estadual da Criança, primeira unidade do Rio de Janeiro voltada para atendimento pediátrico e que conta com a coordenação do Instituto D’Or de Gestão de Saúde Pública, realizou no início do mês o 1º transplante de órgãos do centro médico, feito entre pai e filho.
“O pai está muito bem e deve deixar a UTI em breve. O menino já evoluiu dentro do esperado para um procedimento desta complexidade. Natan deve ficar pelo menos uma semana na UTI recebendo todos os cuidados” explicou o médico Lúcio Pacheco, chefe do serviço de fígado da nova unidade e vice-presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), em entrevista ao Jornal do Brasil.
Segundo o relato descrito na matéria, a família de Natan descobriu que ele era portador de atresia das vias biliares quando o menino tinha apenas dois meses de vida. Ubiratan e Silvana Tonaso, pais de Natan, são moradores de Volta Redonda e se dispuseram a doar o fígado para o filho, mas o órgão do pai se mostrou mais compatível. O procedimento cirúrgico durou 9 horas e tanto o pai como a criança passam bem.
Conheça mais sobre o Hospital da Criança
Inaugurado no dia 4 de março de 2013, o Hospital Estadual da Criança é a primeira unidade do Rio de Janeiro voltada para atendimento pediátrico. Em 28 de março, a unidade recebeu o credenciamento por parte do Sistema Nacional de Transplantes.
Foi publicada no Diário Oficial da União a portaria 313, assinada pelo secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda, habilitando o Hospital Estadual da Criança a realizar transplantes de rim, fígado e músculo esquelético.
“Finalmente a população do Rio de Janeiro ganhou uma unidade com estrutura adequada para que as equipes realizem, da melhor forma possível, as cirurgias de transplante. A expectativa é de que até o fim do ano sejam realizados 20 transplantes de fígado e 20 transplantes de rim, e o Hospital Estadual da Criança tem capacidade para suprir essa demanda e fazer ainda mais” disse o médico Lúcio Pacheco, coordenador do serviço de transplante de fígado do Hospital da Criança.
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