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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Sinais e causas da obesidade infantil

O número de bebês e crianças pequenas que têm sobrepeso ou obesidade aumentou de 31 milhões, em 1990, para 44 milhões em 2012, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Segundo o Dr. Luiz Vicente Berti, especialista em cirurgia da obesidade do Hospital São Luiz, o diagnóstico da doença nos pequenos não é feito com o uso do cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal), como acontece com os adultos. “São sinais de alerta a criança ter gordura acumulada na barriga, ter “papada” no pescoço e estar bem acima do peso dos colegas.”
As causas da obesidade infantil continuam sendo estudadas, mas a mudança nos hábitos alimentares, a falta de exercícios físicos regulares e o incentivo ao consumo de “junk foods” são algumas das razões apontadas pelo aumento no número de jovens que sofrem da doença.
“Na minha infância, as mães ficavam mais tempo em casa. A gente levava lancheira para a escola com alimentos mais naturais. Não havia cantinas. Além disso, as brincadeiras na hora do recreio eram correr, jogar futebol, entre outros. Hoje, passados cerca de 40 anos, as crianças comem mais alimentos industrializados, bolachas, sucos de caixinha, salgadinhos da cantina. No intervalo das aulas, elas brincam com seus smartphones. A alimentação era mais correta e a atividade física era muito maior antigamente”, afirma.
Além disso, os pequenos não brincam mais nas ruas ou nas praças. Muitos pais acreditam que é mais seguro que eles fiquem em casa, brincando no computador ou assistindo à televisão. Cada vez mais sedentários, a tendência é engordarem cada vez mais. E uma criança obesa tem predisposição a se tornar um adulto obeso.
“Uma vez obesas, elas podem sofrer de hipertensão, diabetes, problemas osteoarticulares, respiratórios e acúmulo de gordura no fígado. Sem contar o risco de desenvolverem sérios problemas emocionais, ocasionados principalmente pela vergonha do próprio corpo e pelo bullying realizado pelos colegas”, explica.
Diante de um filho que sofre de obesidade, o melhor a fazer é dar o exemplo e alterar a dieta de toda a família. Não adianta os pais se sentarem diante da tv com um pacote de batata frita e uma garrafa de cerveja e dizer que a criança não pode comer chocolate, por exemplo.
“A boa educação alimentar precisa vir dos pais. Mudar os hábitos em casa é o maior ato de amor que os pais podem realizar”, completa Dr. Luiz Vicente.
#RedeDOr #obesidade #crianças

quarta-feira, 11 de março de 2015

Desvendamos a “fase das mordidas” em apenas 8 respostas!

O site "Mamãe do Ano" publicou uma reportagem muito bacana sobre a "fase das mordidas" das crianças. Abaixo, segue um trecho da matéria.


Quem já sofreu com os dentinhos do filho cravados na própria pele, no irmãozinho ou do amiguinho da escola sabe o quanto a tal “fase das mordidas” é complicada.

E se em algum momento pensou que estava acontecendo apenas com você, enganou-se! Ela existe, sim! Faz parte da chamada “Fase Oral”, que é bastante evidente e importante para o desenvolvimento da criança. “É nessa época que eles descobrem a própria boca, a língua, os lábios e, claro, os dentinhos. É aquele período que tudo vai à boca, por isso o cuidado com pequenos objetos deve ser redobrado”, explica a Dra. Cleyde Vanzillotta, coordenadora de pediatria do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro.

Na conversa com a especialista, desvendamos essa fase em apenas 8 perguntas que você sempre quis saber as respostas.

Confira!

1 – Por que elas mordem?

É preciso entender que a mordida é uma forma de expressão, assim como pode ser um tapa, um puxão de cabelo… Então, se a criança é repreendida, a maneira que ela encontra de mostrar que não gostou daquilo é morder. Se o amiguinho pegou o brinquedo, ou o irmão não o deixou brincar, lá vem a morda novamente.

Outra possibilidade muito comum é a de morder para chamar a atenção para si, seja quando a mamãe está entretida em outra atividade ou quando o papai chega do trabalho, por exemplo. Os pequenos querem brincar! Querem atenção, só não sabem exatamente como dizer isso!

2 – Onde meu filho aprendeu isso?

Um pouco é da natureza, outro tanto é exemplo. Nesse caso, crianças mais velhas na escola, irmãos ou presenciar “brincadeiras de mordidinhas” costumam ser os principais espelhos dos bebês.

3 – Mas elas também mordem de alegria, não?

É… Não é exatamente a melhor forma de demonstrar alegria ou excitação, né? Mas pode acontecer, sim. Especialmente por que não é incomum que os pais brinquem de dar mordidinhas no filho, sem maldade, claro! Ou então que o pequeno ouça da titia coisas do tipo “Vou morder suas bochechas, hein?” ou “Vou aí morder essa barriguinha!”, sempre em tom de alegria e brincadeira. Essa informação acaba ficando armazenada no inconsciente da criança e ela ainda não tem controle sobre a força que vai colocar nos dentinhos, não é mesmo?

4 – O que eu faço?

Mantenha a calma e converse! Ele pode ainda não ter uma fala perfeita, mas a comunicação entre vocês já está estabelecida e ele entende tudo o que vocês está dizendo. Então, diga que dessa forma você não o entende. Mostre que machucou e diga: “Você pode me dizer o que quer. Estou aqui para te ouvir…”. Faça-o entender que existem outras formas de se expressar e estimule-o a isso, mas sem castigos ou broncas. Lembre-se que ele não fez por maldade e não precisa ser castigado por isso.

Para ler a reportagem completa, acesse: http://scup.it/858m

#RedeDOr #CopaDOr #mordida

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Aproveite as férias para apresentar alimentos diferentes às crianças

A alimentação das crianças deve ser saudável sempre. Nas férias, entretanto, algumas exceções podem ser abertas, sem quebrar as regras da rotina alimentar dos pequenos.

Dr. Cid Pinheiro, pediatra do Hospital São Luiz Morumbi, explica que este período pode ser utilizado como uma oportunidade para que os pais apresentem alimentos diferentes e de forma distinta às crianças. “Normalmente, eles estão mais distantes e não acompanham de perto as refeições dos pequenos, já que muitos comem na escola. Nesta época, os pais podem aproveitar para orientá-los sobre os alimentos, explicar o que são frutas, legumes, proteínas etc, e a importância de fazer um prato colorido.”

Dependendo da idade, a criança já pode entender que a carne pode ser substituída pelo frango ou pelo peixe. E que a alface pode ser trocado pela acelga, por exemplo. “Desta maneira, o pequeno deixa de ter uma relação meramente passiva com a comida e começa a entender o que compõe aquele prato que está diante dele”, explica Dr. Cid.

As férias também são uma boa chance para os pais alterarem os padrões de como os produtos são servidos e apresentarem outros temperos, com sabores diferentes. Este processo é bem importante, principalmente quando as crianças dizem que não gostam de determinado alimento. “Só consideramos que a criança não gosta de determinado produto quando ela o recusa dez vezes. Por isto, é importante os pais apresentarem o alimento “disfarçado”. Se servi-lo in natura não agradou, sirva-o com algum outro produto de que a criança gosta, cozido ou com outro tempero, que altere um pouco seu sabor”, recomenda o pediatra.

“Principalmente no verão, é essencial que as crianças bebam muito líquido, seja água, chá ou sucos naturais, feitos da própria fruta. E que comam várias vezes ao dia, em pequenas quantidades”, conclui o médico. 

#RedeDOr #alimentacao #ferias #criancas


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Aproveite o Dia das Crianças para se divertir também!



A Rede D'Or São Luiz compartilha com você algumas dicas do Roteirinho Carioca... 

- #EuAmoPicnic: Reúna a família e faça um lanche saudável  e curta o clima em cartões postais da cidade, como a Quinta da Boa Vista ou o Parque Lage!  Outra opção é a Lagoa Rodrigo de Freitas, onde haverá um evento gratuito na altura dos pedalinhos, com oficina de circo, show de dança, aula de ioga, entre outras atividades.

- Domingo é Dia de Teatro: Três peças infantis estão disponíveis no mesmo espaço, o Teatro Marista (localizado na Rua Conde de Bonfim 1067, na Tijuca). “Um Chalé para Alice” é uma inspiração do clássico Alice no País das Maravilhas, que ganha ares de musical da Broadway. “Porquinhos, O Musical” é sucesso de público e terá única apresentação no local. Já o musical “Cinderela, de Gato e Sapato” conta a clássica história de uma forma moderna! Os ingressos custam R$ 65,00, por apresentação, mas, têm desconto no site: www.ingressomirim.com

- Várias opções de lazer em um único lugar: O Centro Cultural Banco do Brasil (localizado na Rua Primeiro de Março 66, Centro), tem múltiplas opções de lazer. Além das exposições fixas, mostras, cinema e teatro são boas pedidas! A peça “O Pequeno Autor” está em cartaz no CCBB a preços populares. A história é sobre um menino solitário que se relaciona com o mundo por meio da fantasia e da escrita. Os ingressos custam R$ 10,00. A peça está em cartaz até 26 de outubro. A mostra “Virei Viral”, em exibição até dezembro, também é uma ótima opção para quem se interessa pelo mundo virtual.

Veja mais detalhes em: roteirinhocarioca.com.br

#rededor #diadascriancas

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Atenção mamães: duas novas vacinas disponíveis no calendário básico do SUS















O Ministério da Saúde acaba de anunciar que as vacinas pneumocócica 10-valente e anti-meningococo C passarão a ser aplicadas gratuitamente nos postos de saúde a partir de 2010.

Mamães com filhos menores de dois anos devem ficar atentas às datas de vacinação!


Veja notícia completa no site G1
, ou leia, abaixo.


SUS passa a oferecer duas novas vacinas em calendário básico
Vacinas serão aplicadas em menores de 2 anos até 2011.
Por ano, devem ser evitadas 45 mil internações por pneumonia.

Duas novas vacinas serão incluídas no calendário básico de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de março, crianças menores de 2 anos contarão com a aplicação gratuita da pneumocócica 10-valente e, a partir de agosto, da anti-meningococo C. As vacinas poderão ser tomadas gratuitamente em postos de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, a primeira vacina imuniza contra a bactéria pneumococo, causadora de meningites e pneumonias pneumocócicas, sinusite, inflamação no ouvido, entre outras doenças. A segunda protege contra a doença meningocócica, principal causa de meningite bacteriana no Brasil.

Nos primeiros 12 meses das novas vacinas no calendário básico, elas serão aplicadas em menores de 2 anos. A partir de 2011, elas farão parte do calendário básico de vacinação da criança específico para os menores de 1 ano.

Com a introdução das vacinas, o Calendário Básico de Vacinação do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério passará a ter 13 tipos de vacinas para proteger contra 19 doenças.

Prevenção

Segundo o Ministério, depois de cinco anos do início dos novos programas de vacinação, em 2015, a previsão é de que, por ano, sejam evitadas cerca de 45 mil internações por pneumonia no Brasil. A média dessas internações, também por ano, cairá de 54.427 para 9.185, uma redução de 83%.

Doenças

A doença meningocócica pode se manifestar como uma inflamação nas membranas que revestem o cérebro (meningite) ou como uma infecção generalizada (meningococcemia), que pode levar rapidamente à morte.

O pneumococo é a segunda maior causa de meningites bacterianas (pneumocócicas) no Brasil e também o principal agente causador de pneumonias em todas as faixas etárias.